domingo, 29 de abril de 2012

Cine close.

Ok. Esse blog nem é tão ruim assim, e eu nem li tanto que possa sair por aí criticando.
Basicamente é uma "caras gay", blog de fofocas de artistas homossexuais (redundância? hehe).
O fato é que o primeiro post que li causou má impressão, então transcrevo aqui alguns trechos. Trata-se de uma pretensa resenha de "A pele que habito".

"Fiquei a pensar como seria mudar 180 graus em minha vida. Mudar meu interior. Acho que metalinguisticamente o filme fala sobre essa necessidade, em um ponto de nossa vida, de mudar, mesmo que por intervenção de terceiros – talvez vocês entendam ao final do filme ou a ler este texto." (terminei o texto sem entender.)


"Admiração e atração encenavam uma ligeira aproximação entre criador e criatura. Seria uma versão moderna de Mery Shelley – O Frankstein? Pensei nisso agora. Deve have uma relação porque no final a condição quase sub-humana do cativo em que sempre aflora um ódio interno mortífero. (...) Bem, continuando com a história."


"Mais na frente sabemos que a moça enlouquece se suicida jogando-se da janela, que nem fez a mãe – revelação que vou esconder para aqueles que assistirem ao filme." (mas a "revelação" acabou de ser "revelada"!)


"O filme parece mostra seu mote, ou seu propósito aqui: o pai começa uma perseguição para descobrir quem estuprou a filha. Ao descobrir o cara que a estuprou, segue-o e o sequestra. Mantém-no cativo. Até que reveladoramente o Dr. Robert em conjunto com uma equipe de médicos fazem uma misteriosa cirurgia de vaginoplastia. (...) Seu falar do restante , ou esclarecer mais pontos ficará sem motivação ver o filme." (puts!)


"Ah, não tente adivinhar o fim. Assista!" (não tentem adivinhar o fim, porque ele já contou.)


.... Enfim, vale dizer que, além de blogueiro, Roberto Muniz é escritor, editor,  pós-graduando, colaborador em diversas redes sobre tudo relacionado ao tema homossexualismo. 
Ficaria difícil listar exaustivamente todos os sites em que colabora, então indico aqui o que parece ser o seu blog principal: Sem festas póstumas

sábado, 28 de abril de 2012

Tertúlia bibliófila.

Eu disse anteriormente que era raro encontrar situações em que portugueses não fossem irritantes, mas aqui está mais uma (e acho que outras virão pela frente).
O tertúlia é um blog bastante esclarecedor para iniciantes como eu nas artes da bibliofilia.
Contém dicas interessantes de eventos relacionados ao livro e é uma boa fonte para outros blogs (e também livros) de vários países sobre o tema. Vale a pena garimpar seus favoritos.

Blogs da Denise.

Aos moldes do Blog da Sika, como milhares outros que existem por aí, com os famosos depoimentos de viagem que nem a própria mãe deve ter paciência para ler, neste a narrativa ficou com o papel secundário. As imagens saltam aos olhos. Denise deve ser precursora dos populares álbuns de fotografia "Eurotrip 2012" no facebook, com registros da farofada das aventuras no velho mundo.
São tantas imagens tocantes que fica difícil escolher apenas algumas, mas vamos lá:
foto, foto, foto, foto, foto, foto!!!, foto...

Clique aqui e aqui. E divirta-se! ( :

Os blogs da Flora.

Detesto o nome Flora, mas adoro ruivos e essa, em especial, é impossível de não gostar.
Não preciso descrever muito porque seus três endereços na internet já falam o necessário.
Escreve em um blog sobre sua estadia no Brasil (mais precisamente no Rio de Janeiro) , em outro sobre suas impressões sobre a Argentina (onde vive atualmente), além de colaborar para a Piauí.
Uma curiosidade: Flora fala português tão impecavelmente como escreve em inglês. Lovely!

Clique aqui, aqui e aqui.

Bibliophilie.

"O blog do bibliófilo, dos bibliófilos, da bibliofilia e dos livros antigos" fala sobre encadernação, heráldica, ex-libris e qualquer outra informação relacionada ao livro. Além de curiosidades fascinantes sobre o assunto, freqüentemente são postadas indicações de obras à venda no Ebay. Dá vontade de sair comprando tudo.
Atualmente é o meu blog preferido.

Blog da Sika.

Começou em 2007 escrevendo pérolas como a sua bibliografia (sic) ou sobre sua rotina, depois tentou dar uma de jornalista musical, falando sobre bandas de amigos ou da Mallu Magalhães, ou tentando deslanchar uma lojinha virtual com a venda de uns quadrinhos feios, para a qual escreveu inclusive seu próprio release, postou vídeos do youtube sem muito discernimento, e, mais recentemente, com diploma de jornalista e viajando pela Europa, conseguiu publicar alguns de seus relatos de viagem em sites de notícias e jornais da sua cidade.
A saber: sua escrita continua "autobibliográfica" e cheia de detalhes desinteressantes sobre sua vida de rich girl.
Resumindo: vale a pena pelos posts mais antigos, que são cômicos de tão bobinhos, mas atualmente você não agüentaria passar da terceira linha, e olha que cada post tem muuuuuuitas delas.

P.Q.P. Bach.

Há muito tempo sou fiel ao P.Q.P. Bach, o melhor blog de música com o qual já me deparei.
Tendo que deletar seus posts ou não, mudando de endereço... o pqp passa por poucas e boas e apesar de tudo está ativo há cinco anos.
Por que ele é o melhor? Porque não posta bandinhas momentaneamente na moda, típicas da geração que baixa tudo que vê compulsivamente, mesmo que nunca vá ouvir, apenas para entulhar discografias no computador.
Porque não tem a frescura de ser contra a propagação desses arquivos pela internet, nem é afetado como as pessoas são quando falam de música erudita.
Também não fica no senso comum  e está sempre surpreendendo.
O pqp é simples, engraçado e inteligente, e tem um espacinho reservado no meu coração.

Clique aqui.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Falares de Portugal.

Blog coletivo que visava, segundo os próprios autores, discutir a língua portuguesa. Freqüentemente direcionado para o tedioso tema das variações lingüísticas, mas utilizando uma linguagem agradável e viciante.
Infelizmente não passou de uma empreitada efêmera e, pois "fechou suas portas" (uso de fraseologismo, característica da oralidade, segundo o blog) em fevereiro de 2006, apenas quatro meses após o seu início.
Vai ser difícil encontrar agora outra ocasião de ler nossos colegas portugueses sem ser morrer de irritação.