Ok. Esse blog nem é tão ruim assim, e eu nem li tanto que possa sair por aí criticando.
Basicamente é uma "caras gay", blog de fofocas de artistas homossexuais (redundância? hehe).
O fato é que o primeiro post que li causou má impressão, então transcrevo aqui alguns trechos. Trata-se de uma pretensa resenha de "A pele que habito".
"Fiquei a pensar como seria mudar 180 graus em minha vida. Mudar meu interior. Acho que metalinguisticamente o filme fala sobre essa necessidade, em um ponto de nossa vida, de mudar, mesmo que por intervenção de terceiros – talvez vocês entendam ao final do filme ou a ler este texto." (terminei o texto sem entender.)
"Admiração e atração encenavam uma ligeira aproximação entre criador e criatura. Seria uma versão moderna de Mery Shelley – O Frankstein? Pensei nisso agora. Deve have uma relação porque no final a condição quase sub-humana do cativo em que sempre aflora um ódio interno mortífero. (...) Bem, continuando com a história."
"Mais na frente sabemos que a moça enlouquece se suicida jogando-se da janela, que nem fez a mãe – revelação que vou esconder para aqueles que assistirem ao filme." (mas a "revelação" acabou de ser "revelada"!)
"O filme parece mostra seu mote, ou seu propósito aqui: o pai começa uma perseguição para descobrir quem estuprou a filha. Ao descobrir o cara que a estuprou, segue-o e o sequestra. Mantém-no cativo. Até que reveladoramente o Dr. Robert em conjunto com uma equipe de médicos fazem uma misteriosa cirurgia de vaginoplastia. (...) Seu falar do restante , ou esclarecer mais pontos ficará sem motivação ver o filme." (puts!)
"Ah, não tente adivinhar o fim. Assista!" (não tentem adivinhar o fim, porque ele já contou.)
.... Enfim, vale dizer que, além de blogueiro, Roberto Muniz é escritor, editor, pós-graduando, colaborador em diversas redes sobre tudo relacionado ao tema homossexualismo.
Ficaria difícil listar exaustivamente todos os sites em que colabora, então indico aqui o que parece ser o seu blog principal: Sem festas póstumas.