Oh ! moi, je suis un raté. Le peu que je sais, je le tiens de mon professeur, Albert Sorrel : « Que voulez-vous devenir ? me demanda-t-il. — Diplomate. — Avez-vous une fortune ? — Non. — Pouvez-vous avec quelque apparence de légitimité, ajouter à votre patronyme un nom célèbre ou illustre ? — Non. — Eh bien, renoncez à la diplomatie !... — Mais alors, que dois-je devenir ? — Un Curieux. — Ce n'est pas un métier. — Ce n'est pas encore un métier. Voyagez, écrivez, traduisez..., apprenez à vivre partout. Commencez tout de suite. L'avenir est aux curieux de profession. Les français sont restés trop longtemps enfermés derrière leurs frontières. Vous trouverez toujours quelques journaux pour payer vos escapades.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
domingo, 8 de julho de 2012
Blogs e livros.
Já vi alguns livros sobre blogs (e afins), mas agora quero falar de blogs sobre livros (e afins).
Aqui vão algumas dicas com as apresentações disponíveis nos próprios sítios:
O blog Mundo Bibliotecário apresenta informações relacionadas à Biblioteconomia e Ciência da Informação: eventos, concursos e notícias em geral.
A coluna O X da questão traz reflexões sobre as peculiaridades e dificuldades da vida editorial nesse nosso país de dimensões continentais, sem bibliotecas e com uma rede de livrarias muito precária. Sob uma visão sociológica, este espaço analisa, entre outras coisas, as razões que impedem belos e substanciosos livros de chegarem às mãos dos leitores brasileiros na quantidade e preço que merecem.
ABER
ABER
A ABER - Associação Brasileira de Encadernação e Restauro foi fundada em 14 de junho de 1988 por um grupo de encadernadores e restauradores, encabeçados por Guita Mindlin e Thereza Brandão Teixeira.
O objetivo dos fundadores era de congregar todos os profissionais e entidades ligados à conservação e restauração de livros, documentos impressos e manuscritos e à encadernação artesanal, com o propósito de estimular o interesse coletivo pela documentação gráfica, visando a conservação da memória nacional.
sábado, 7 de julho de 2012
Para continuar perdendo a fé na humanidade.
A humanidade nem gosta de ler mesmo.
Para isso, separei três filmes que cumprem muito bem esse papel desanimador.
Os filmes do Lars von Trier são hors concours.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Xico Sá.
Leve, inteligente, bem humorado e sem frescuras.
Xico Sá é mais galanteador falando de vinho de jurubeba que os enólogos moderninhos fãs de vinho argentino.
E é mais charmoso falando de cinema brasileiro pornô que os tediosos admiradores de Michel Gondry.
Que facebook que nada! Quer se perder na internet, esquecendo de seus compromissos? Leia o blog do Xico Sá!
Clique aqui.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Metronome.
E se nós contássemos história como se fosse um grande romance épico ou como uma coletânea de contos maravilhosos e lendas fascinantes?
E se nós andássemos pelas ruas como investigadores, pesquisando resquícios de antigas civilizações?
E se nós imaginássemos anedotas da vida pessoal dos reis, papas, santos ou então - por que não? - dos cidadãos comuns?
Lorànt Deusch faz tudo isso.
Duramente criticado por historiadores por não citar suas fontes e ser totalmente parcial e tendencioso em seus relatos, Lorànt Deusch é legal por isso: os livros de história certinhos eu li na escola (e nem entrarei no mérito de dizer que, eles também, não eram nada neutros), agora, eu quero a história contada por um apaixonado. Eu quero me apaixonar também.
Na cama com Métronome, para ficar apaixonado.
terça-feira, 26 de junho de 2012
ἀπάνευθε νεῶν
Enquanto não consigo parar para escrever, vou lendo este singelo blog que preenche meus pensamentos com palavras.
Imagens.
Se seu blog é uma fuga, seu livro deve ser um aconchego.
Por aqui, por favor.
Imagens.
Se seu blog é uma fuga, seu livro deve ser um aconchego.
Por aqui, por favor.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
CMS x VDM
O Classe média sofre recebe auxílio dos leitores que enviam ao blog flagrantes da classe média sofrendo. Eles sofrem pela 'orkutização' do facebook, pela popularização nos preços de passagens aéreas que povoam os aeroportos de gentalha pobre e pela inclusão digital que enche a internet de jente q screve td erado.
A classe média sofre pela má qualidade do transporte público nacional - bom mesmo é pegar metrô em NY, Londres e Paris.
O Vie de merde é blog no qual as pessoas postam desabafos. Não entendi muito bem como funciona essa coletividade. É tão engraçado quando o brasuca, mas provoca reações bastante diferentes. Os leitores podem marcar a cada post "realmente, vida de merda" ou "você bem mereceu".
Aqui vão alguns exemplos:
"Hoje, reportagem sobre minha empresa em um canal francês. Durante minha entrevista, meu rosto é embaçado e minha voz alterada para que eu não seja reconhecido enquanto critico abertamente o patrão. Acontece que eu sou a única pessoa negra da minha empresa. O embaçado não serviu para nada. VDM."
"Hoje, com 33 anos e após quinze anos de vida de casada, volto a morar com meus pais. Para me deixar à vontade, minha mãe deixou meus brinquedos de infância no meio da sala. VDM."
"Hoje, eu sou uma quebequense de férias na França. O controlador do trem me diz para compostar meu ticket de transporte. Eu agradeço a informação, felicito a França por ser tão ecológica e lhe digo que não, não esquecerei de jogar meu ticket no lixo orgânico saindo do trem. VDM."
O site está disponível em diversas línguas.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Adeus aos escargots
Adeus aos escargots - Ascensão e queda da culinária francesa tem o igualmente belo título original Au revoir to that all - Food, wine and the end of France.
"the end of France" é exatamente do que o livro trata. Ora, é muita ingenuidade achar que essa "queda" existe porque os escargots saíram de moda.
De início a linguagem leve e jovial de Steinberger é cativante, mas ao longo da obra ela vai se tornando repetitiva e exaustiva, exalando mediocridade. Digo, esse negócio de descrever o clima a cada vez que ele sai de casa e a roupa e o cabelo de cada pessoa que ele encontra... teria sido melhor se concentrar na comida. "Era uma tarde de verão..." não convence nem criancinhas.
Outra característica que incomoda em Steinberger é o fato de ele não conhecer absolutamente nada sobre o verdadeiro modo de vida dos franceses, longe de esteriótipos do luxo do blvd. St. Germain ou da pobreza na banlieue. Para ele, o francês popular, o do dia-a-dia, do cotidiano, nada mais é que o americano! Em diversos momentos ele deixa clara essa visão completamente alienada sobre a França.
Mais uma falha: tudo que ele leu sobre a França, todas as suas referências históricas e teóricas são americanas! Como é que alguém dito tão erudito, tendo indo tantas vezes ao território fonte de suas pesquisas, não se deu ao trabalho de ler historiadores locais?
Finalizando, como era de se esperar, Steinberger culpa claramente o declínio da sociedade francesa pelo possível declínio do capitalismo. Sua obra é permeada de frases como: "a França é o último país comunista" ou "a decadência veio com o socialismo de François Mitterand". Sem ricos, a alta gastronomia não se sustenta. Sem desigualdade social, ela não se destaca.
Ó céus! A justiça social está destruindo os bons costumes da cozinha. O que farei agora que esses pobres acabaram com o bom queijo de leite cru? Por que eles acham que saúde é mais importante? Isso é um absurdo! Agora qualquer boteco pode ter três estrelas no Michelin... onde é que esse mundo vai parar?
segunda-feira, 21 de maio de 2012
O melhor e o pior de Bsb.
Um breve comentário para criticar o crítico: como eu, muitas outras pessoas decidiram brincar de criticar em blogs na última década. Teve a modinha de falar sobre filmes, a avalanche de blogs sobre música (com posts muitas vezes acompanhados por links para download), em que alguns jovens se sentiam o Lester Bangs falando de bandas de músicos mais jovens ainda, que não duraram tempo suficiente para amadurecer, depois a onda das menininhas que postavam vedetes com visuais inspiradores ou fotos delas mesmas brincando de experimentar roupas frente ao espelho do quarto ou do provador da Riachuelo e... mais recentemente, os críticos gastronômicos!
De todos esses grupos, sempre há um blog ou outro que se sobressai, e posso até trazer exemplos disso futuramente. Entretanto, o maior quinhão dessa história fica para os que apenas repetem informações já amplamente divulgadas pela internet, sobre objetos pouco atraentes e pessimamente (d)escritos.
É o caso do O melhor e o pior de Bsb, que transborda linguagem medíocre, opiniões pouco originais e conclusões nada surpreendentes.
O pior do amadorismo dos blogs é quando ele não é assumido, e o blogueiro se acha autoridade no assunto, enaltecendo bibocas comerciais, cuspindo em ambientes acolhedores e se fixando aos bordões afetados da crítica gastronômica, com ares de superioridade.
Não foi desta fez que encontrei uma boa fonte para dicas de restauração e entretenimento em Brasília, mas continuo buscando, talvez juntamente à grande parcela forasteira da população, ou dos que apenas passam pela cidade, partindo sem ter experimentado nada novo e agradável.
Clique (ou não) aqui.
domingo, 20 de maio de 2012
Bitaites.
Sempre critico os portugueses mas ando encontrando muito mais blogs bacanas escritos em português europeu, que no português aqui do nosso lado do oceano.
É o caso do Bitaites, blog de Marcos Santos e Rui Eduardo Paes, embora eu tenha encontrado mais posts do primeiro - e é sobre ele que falarei. Li textos escritos entre 2009 e 2012, mas não procurei maiores informações técnicas sobre outros colaboradores, data de criação, profissão e origem de Marcos...
O que me chamou atenção imediatamente nesse blog foi sua escrita. Aparentemente impecável, depois de um primeiro contato, lendo mais posts descobre-se a sua falta: o de escrever de forma excessivamente pessoal e apaixonada. Desse modo, cai-se em julgamentos tendenciosos e vulgariza-se a linguagem.
Aqui vão algumas amostras do que pode ser lido no blog:
"Tenho recebido algumas mensagens de pessoas que não sabem o que fazer com os ficheiros CUE incluídos nas mixtapes. Presumo que estão a usar Windows (a malta mais geek do Linux e dos Mac saberá safar-se)"
Presumiu até demais. Chamar usuário de Mac de geek ou presumir que se alguém desconhece o formato, não pode usar Linux ou Mac é se afastar muito da realidade. Ele poderia pressupor que estão usando Windows simplesmente porque é o mais comum e mandar a explicação poupando os leitores desse comentário.
"A morte prematura de um artista provoca uma dor de duplo sentido: chora-se pelo que ele já nos deu e pelo que nos poderia ter dado. De Frank Zappa a Jeff Buckley, de Janis Joplin a Lhasa de Sela, de Kurt Cobain a Amy Winehouse, de Esbjörn Svensson a Bernardo Sassetti; Charlie Parker, John Coltrane, Eric Dolphy, Bill Evans, John Lennon…"
Se empenhou tanto citando exemplos para mostrar o quanto conhecia...
que não soube terminar a frase.
"Bernardo Sassetti não se suicidou, como especulam os imbecis que parasitam as caixas de comentários dos jornais"
Por que desabafo de um fã sempre tende à deselegância?
Excetuando-se esses momentos em que se desvia ligeiramente dos trilhos, Marcos Santos consegue manter uma escrita clara, coerente e agradável. Não acesse no trabalho, sob risco de perder-se por horas em sua leitura e ter problemas com o patrão.
Clique aqui.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Antoine Wiertz.
Precoce pintor e escultor belga do sec. XIX, quando jovem se iniciou na pintura com a estética barroca flamenga. Em seguida, após estadia em Roma, retorna ao seus país trabalhando temas mitológicos.
Com a morte de sua mãe, se instala na capital, onde, apesar de seu sucesso, não consegue vender suas obras. Na miséria, propõe ao governo um acordo que seria a troca de suas obras por um atelier.
Recluso em seu eremitério, Wiertz se inicia nos combates filosóficos de seu tempo.
Em tempo, Wiertz recusou vender obras por alegar que nunca estavam finalizadas. E ele é anterior a Valéry, que dizia: "Aux yeux de ces amateurs d’inquiétude et de perfection, un ouvrage n’est jamais achevé, – mot qui pour eux n’a aucun sens, – mais abandonné”.*
E ainda, o atelier de Wiertz atualmetne funciona como museu e refúgio para artistas. Pouco conhecido, não recebe mais que 5.000 visitantes anualmente. Está localizado no bairro Léopold, em Bruxelas, o mesmo em que tive meu carro roubado em passagem pela cidade. ( :
* VALÉRY, P. Varieté III. Paris: Gallimard, 1936. p. 56. (Com sua permissão, Sara - que conseguiu a referência)
Todas as informações foram desavergonhadamente retiradas da Wikipedia.
A imagem acima se chama "La lectrice de romans" ou, em tradução minha (que me identifico muito com a personagem), "Gordinha lendo um livro".
Quis postar essa imagem porque hoje é aniversário do meu blogueiro preferido, autor do Bibliophilie.
Estrangeiros para nós mesmos.
A rejeição de um lado, o inacessível do outro: se tiver forças para não
sucumbir a isso, resta procurar um caminho. Kristeva
Estou relendo o capítulo "Tocata e fuga para o estrangeiro", que foi discutido em um curso há umas três semanas, e ainda não o esqueci, principalmente porque tenho ouvido muito as fugas de Bach, e além das questões que tenho me colocado sobre o estrangeiro (coincidentemente esse é o nome do livro que eu mais gostava e relia em minha adolescência), ainda me pergunto por que a fuga tem esse nome. Preguiça de caminhar até uma estante e folhear um livro de teoria musical. Fica para mais tarde.
Kristeva, J. Estrangeiros para nós mesmos. Rio de Janeiro: Rocco, 1994. Trad. Maria Carlota Carvalho Gomes.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Não gosto de plágio.
Blog no qual a tradutora Denise Bottmann denuncia plágios de traduções.
Prova de que um assunto interessantíssimo pode ser tratado de forma tediosa, aqui Bottmann deixa transparecer uma certa arrogância e mau humor, levando-me a imaginá-la como as professoras universitárias cinqüentonas que encontro pelo Brasil afora, dessas que acham que se consagraram como pesquisadoras e que agora lecionar é uma humilhante tortura.
Priorizando quantidade (em detrimento de qualidade), o blog não se aprofunda muito em nenhum assunto ou obra, mas é ótima fonte para idéias de pesquisas. Já que joga aleatoriamente informações interessantes, por que não propor alguma forma de organizá-las?
Aliás, por que diabos eu acho que alguém deveria tecer discussões profundas sobre algum objeto em um blog?
Além desse, Bottmann possui mais seis blogs. O último criado foi o A biografia de Van Gogh, no qual ela divulga pequenas informações encontradas ao longo de seu processo tradutório da biografia de Van Gogh.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
(Sendak.)
Maurice Sendak faleceu ontem, no dia do Armistício da Segunda Guerra.
Um dia de derrota, mas de paz.
Em sua homenagem, compartilho o belo presente que recebi do Fernando esta manhã:
Um dia de derrota, mas de paz.
Em sua homenagem, compartilho o belo presente que recebi do Fernando esta manhã:
domingo, 6 de maio de 2012
Outros cadernos.
"Espero que os livros em papel ainda tenham uma longa vida"
Saramago
José Saramago iniciou suas atividades como blogueiro em setembro de 2008, a pedidos de sua mulher, a jornalista espanhola Pilar del Río.
O escritor criticava o advento desmesurado dos blogs, que teria aumentado a produção escrita/literária quantitativamente, mas não de forma qualitativa. Ele mesmo dizia cuidar tanto de um texto postado em seu blog quanto de uma página de romance.
Debatendo questões sobre downloads de obras musicais e literárias, Saramago se posicionava contra, pois os autores precisam das vendas de suas obras para viver, e esperava que os livros em papel ainda tivessem uma longa vida.
Ótima fonte para epígrafes sobre o tema, ainda proferiu a frase: "os sismógrafos não escolhem os terremotos, reagem aos que vão ocorrendo, e o blog é isso, um sismógrafo".
Saramago escrevia em seu blog sobre tudo o que sentisse no momento. Adotou causas de países do mundo afora, enquanto morava com sua mulher nas Ilhas Canárias.
Um livro que reunia textos publicados em seu blog foi vetado na Itália.
Na internet Saramago podia escrever com liberdade. Seu último post versava sobre a necessidade de filosofia e reflexão na sociedade atual.
Ainda hoje o blog é atualizado pela Fundação José Saramago, fundada por Pilar del Río.
Clique aqui (e leia o sismógrafo de José Saramago).
Em tempo, vale a pena ler esse comentário sobre a narração de Saramago.
domingo, 29 de abril de 2012
Cine close.
Ok. Esse blog nem é tão ruim assim, e eu nem li tanto que possa sair por aí criticando.
Basicamente é uma "caras gay", blog de fofocas de artistas homossexuais (redundância? hehe).
O fato é que o primeiro post que li causou má impressão, então transcrevo aqui alguns trechos. Trata-se de uma pretensa resenha de "A pele que habito".
"Fiquei a pensar como seria mudar 180 graus em minha vida. Mudar meu interior. Acho que metalinguisticamente o filme fala sobre essa necessidade, em um ponto de nossa vida, de mudar, mesmo que por intervenção de terceiros – talvez vocês entendam ao final do filme ou a ler este texto." (terminei o texto sem entender.)
"Admiração e atração encenavam uma ligeira aproximação entre criador e criatura. Seria uma versão moderna de Mery Shelley – O Frankstein? Pensei nisso agora. Deve have uma relação porque no final a condição quase sub-humana do cativo em que sempre aflora um ódio interno mortífero. (...) Bem, continuando com a história."
"Mais na frente sabemos que a moça enlouquece se suicida jogando-se da janela, que nem fez a mãe – revelação que vou esconder para aqueles que assistirem ao filme." (mas a "revelação" acabou de ser "revelada"!)
"O filme parece mostra seu mote, ou seu propósito aqui: o pai começa uma perseguição para descobrir quem estuprou a filha. Ao descobrir o cara que a estuprou, segue-o e o sequestra. Mantém-no cativo. Até que reveladoramente o Dr. Robert em conjunto com uma equipe de médicos fazem uma misteriosa cirurgia de vaginoplastia. (...) Seu falar do restante , ou esclarecer mais pontos ficará sem motivação ver o filme." (puts!)
"Ah, não tente adivinhar o fim. Assista!" (não tentem adivinhar o fim, porque ele já contou.)
.... Enfim, vale dizer que, além de blogueiro, Roberto Muniz é escritor, editor, pós-graduando, colaborador em diversas redes sobre tudo relacionado ao tema homossexualismo.
Ficaria difícil listar exaustivamente todos os sites em que colabora, então indico aqui o que parece ser o seu blog principal: Sem festas póstumas.
sábado, 28 de abril de 2012
Tertúlia bibliófila.
Eu disse anteriormente que era raro encontrar situações em que portugueses não fossem irritantes, mas aqui está mais uma (e acho que outras virão pela frente).
O tertúlia é um blog bastante esclarecedor para iniciantes como eu nas artes da bibliofilia.
Contém dicas interessantes de eventos relacionados ao livro e é uma boa fonte para outros blogs (e também livros) de vários países sobre o tema. Vale a pena garimpar seus favoritos.
Blogs da Denise.
Aos moldes do Blog da Sika, como milhares outros que existem por aí, com os famosos depoimentos de viagem que nem a própria mãe deve ter paciência para ler, neste a narrativa ficou com o papel secundário. As imagens saltam aos olhos. Denise deve ser precursora dos populares álbuns de fotografia "Eurotrip 2012" no facebook, com registros da farofada das aventuras no velho mundo.
São tantas imagens tocantes que fica difícil escolher apenas algumas, mas vamos lá:
Os blogs da Flora.
Detesto o nome Flora, mas adoro ruivos e essa, em especial, é impossível de não gostar.
Não preciso descrever muito porque seus três endereços na internet já falam o necessário.
Escreve em um blog sobre sua estadia no Brasil (mais precisamente no Rio de Janeiro) , em outro sobre suas impressões sobre a Argentina (onde vive atualmente), além de colaborar para a Piauí.
Uma curiosidade: Flora fala português tão impecavelmente como escreve em inglês. Lovely!
Bibliophilie.
"O blog do bibliófilo, dos bibliófilos, da bibliofilia e dos livros antigos" fala sobre encadernação, heráldica, ex-libris e qualquer outra informação relacionada ao livro. Além de curiosidades fascinantes sobre o assunto, freqüentemente são postadas indicações de obras à venda no Ebay. Dá vontade de sair comprando tudo.
Atualmente é o meu blog preferido.
Blog da Sika.
Começou em 2007 escrevendo pérolas como a sua bibliografia (sic) ou sobre sua rotina, depois tentou dar uma de jornalista musical, falando sobre bandas de amigos ou da Mallu Magalhães, ou tentando deslanchar uma lojinha virtual com a venda de uns quadrinhos feios, para a qual escreveu inclusive seu próprio release, postou vídeos do youtube sem muito discernimento, e, mais recentemente, com diploma de jornalista e viajando pela Europa, conseguiu publicar alguns de seus relatos de viagem em sites de notícias e jornais da sua cidade.
A saber: sua escrita continua "autobibliográfica" e cheia de detalhes desinteressantes sobre sua vida de rich girl.
Resumindo: vale a pena pelos posts mais antigos, que são cômicos de tão bobinhos, mas atualmente você não agüentaria passar da terceira linha, e olha que cada post tem muuuuuuitas delas.
P.Q.P. Bach.
Há muito tempo sou fiel ao P.Q.P. Bach, o melhor blog de música com o qual já me deparei.
Tendo que deletar seus posts ou não, mudando de endereço... o pqp passa por poucas e boas e apesar de tudo está ativo há cinco anos.
Por que ele é o melhor? Porque não posta bandinhas momentaneamente na moda, típicas da geração que baixa tudo que vê compulsivamente, mesmo que nunca vá ouvir, apenas para entulhar discografias no computador.
Porque não tem a frescura de ser contra a propagação desses arquivos pela internet, nem é afetado como as pessoas são quando falam de música erudita.
Também não fica no senso comum e está sempre surpreendendo.
O pqp é simples, engraçado e inteligente, e tem um espacinho reservado no meu coração.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Falares de Portugal.
Blog coletivo que visava, segundo os próprios autores, discutir a língua portuguesa. Freqüentemente direcionado para o tedioso tema das variações lingüísticas, mas utilizando uma linguagem agradável e viciante.
Infelizmente não passou de uma empreitada efêmera e, pois "fechou suas portas" (uso de fraseologismo, característica da oralidade, segundo o blog) em fevereiro de 2006, apenas quatro meses após o seu início.
Vai ser difícil encontrar agora outra ocasião de ler nossos colegas portugueses sem ser morrer de irritação.
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