Um breve comentário para criticar o crítico: como eu, muitas outras pessoas decidiram brincar de criticar em blogs na última década. Teve a modinha de falar sobre filmes, a avalanche de blogs sobre música (com posts muitas vezes acompanhados por links para download), em que alguns jovens se sentiam o Lester Bangs falando de bandas de músicos mais jovens ainda, que não duraram tempo suficiente para amadurecer, depois a onda das menininhas que postavam vedetes com visuais inspiradores ou fotos delas mesmas brincando de experimentar roupas frente ao espelho do quarto ou do provador da Riachuelo e... mais recentemente, os críticos gastronômicos!
De todos esses grupos, sempre há um blog ou outro que se sobressai, e posso até trazer exemplos disso futuramente. Entretanto, o maior quinhão dessa história fica para os que apenas repetem informações já amplamente divulgadas pela internet, sobre objetos pouco atraentes e pessimamente (d)escritos.
É o caso do O melhor e o pior de Bsb, que transborda linguagem medíocre, opiniões pouco originais e conclusões nada surpreendentes.
O pior do amadorismo dos blogs é quando ele não é assumido, e o blogueiro se acha autoridade no assunto, enaltecendo bibocas comerciais, cuspindo em ambientes acolhedores e se fixando aos bordões afetados da crítica gastronômica, com ares de superioridade.
Não foi desta fez que encontrei uma boa fonte para dicas de restauração e entretenimento em Brasília, mas continuo buscando, talvez juntamente à grande parcela forasteira da população, ou dos que apenas passam pela cidade, partindo sem ter experimentado nada novo e agradável.
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