domingo, 13 de abril de 2014

A Lebre e a Tartaruga.

Há quase um ano, no dia três de julho, eu pensava muito sobre a pressão de se fazer tudo rapidamente. No dia seguinte, alguém postou no facebook esta fábula de La Fontaine, que nos ensina que rien ne sert de courir: il faut partir à point - é inútil se apressar, há um tempo para cada coisa, e é preciso fazer cada coisa em seu tempo. Reli tantas vezes essa fábula, traduzi tudo mentalmente. Quase um ano depois, faço de forma concreta (chegou o tempo?). É uma primeira versão. Quando for tempo, será divertido retraduzir, considerando sua forma, que aqui foi deixada de lado. Enquanto isso vou me apropriando. A imagem é a mesma que encontrei no facebook, mas não sei qual é a fonte, e nem quem a divulgou. 



De nada serve correr; é preciso partir na hora:
A Lebre e a Tartaruga são testemunhas disso.

Apostemos, disse esta, você não alcançará
Tão cedo quanto eu este alvo. -- Tão cedo? Você está consciente?
                      Retomou  o animal ligeiro:
                      Minha comadre, você precisa purgar
                      com quatro grãos de heléboro.
                      -- Sábio ou não, eu ainda aposto.
                      E assim foi feito, e de ambos
                      Colocou-se junto ao alvo as apostas.
                      Saber o que são, não vem ao caso,
                      Nem qual juiz nos convém.
Nossa lebre tinha apenas quatro passos a dar;
Refiro-me aos que ela quando, perto de ter atingida,
Afasta-se dos cães, envia-os as calendas
                     E os faz percorrer as terras.
Tendo, digo, tempo de sobra para pastar,
                     Para dormir e para ouvir
                     De onde vem o vento, ele deixa a Tartaruga
                     Avançar a seus passos lentos.
                     Ela parte, ela se esforça,
                     Ela se apressa com lentidão.
A lebre entretanto despreza uma tal vitória;
                    Confere a essa aposta pouca glória,
                    Crê que faz a sua honra
          Partir tarde. Ele pasta, ele descansa:
                    Ela se diverte com coisas outras
          que não a aposta. No fim quando viu:
Que a outra tocava quase o fim da linha,
Ela partiu como um raio; mas os impulsos que fez
Foram vãos: a Tartaruga chegou primeiro.
Pois bem! gritou-lhe ela, eu não tinha razão?
                   A que serve sua rapidez?
                   Eu a venci! E como seria
                   Se você carregasse uma casa?

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Palavras de um não adaptado ao mundo.

Não quero ser o melhor,
nem o mais rápido.

Quero fazer tudo no meu tempo,
do meu jeito

cordial.

Poetical.


terça-feira, 25 de junho de 2013

Os Modernos.

"estavam narcisisticamente preocupados com o estilo sem substância".

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Uma Senhora Brasileira em seu Lar.

Debret, 1820.
Senhora acompanhada de uma moça aprendendo as letras.
Encontrado em Hallewell, (1985), 3. ed., 2012.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Jules et Jim.

Oh ! moi, je suis un raté. Le peu que je sais, je le tiens de mon professeur, Albert Sorrel : « Que voulez-vous devenir ? me demanda-t-il. — Diplomate. — Avez-vous une fortune ? — Non. — Pouvez-vous avec quelque apparence de légitimité, ajouter à votre patronyme un nom célèbre ou illustre ? — Non. — Eh bien, renoncez à la diplomatie !... — Mais alors, que dois-je devenir ? — Un Curieux. — Ce n'est pas un métier. — Ce n'est pas encore un métier. Voyagez, écrivez, traduisez..., apprenez à vivre partout. Commencez tout de suite. L'avenir est aux curieux de profession. Les français sont restés trop longtemps enfermés derrière leurs frontières. Vous trouverez toujours quelques journaux pour payer vos escapades.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Amit Singhal e Rajesh Koothrappali



Teria o primeiro inspirado o segundo?