E se nós contássemos história como se fosse um grande romance épico ou como uma coletânea de contos maravilhosos e lendas fascinantes?
E se nós andássemos pelas ruas como investigadores, pesquisando resquícios de antigas civilizações?
E se nós imaginássemos anedotas da vida pessoal dos reis, papas, santos ou então - por que não? - dos cidadãos comuns?
Lorànt Deusch faz tudo isso.
Duramente criticado por historiadores por não citar suas fontes e ser totalmente parcial e tendencioso em seus relatos, Lorànt Deusch é legal por isso: os livros de história certinhos eu li na escola (e nem entrarei no mérito de dizer que, eles também, não eram nada neutros), agora, eu quero a história contada por um apaixonado. Eu quero me apaixonar também.
Na cama com Métronome, para ficar apaixonado.
parece jaime.
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