quarta-feira, 16 de maio de 2012

Estrangeiros para nós mesmos.

A rejeição de um lado, o inacessível do outro: se tiver forças para não sucumbir a isso, resta procurar um caminho. Kristeva

Estou relendo o capítulo "Tocata e fuga para o estrangeiro", que foi discutido em um curso há umas três semanas, e ainda não o esqueci, principalmente porque tenho ouvido muito as fugas de Bach, e além das questões que tenho me colocado sobre o estrangeiro (coincidentemente esse é o nome do livro que eu mais gostava e relia em minha adolescência), ainda me pergunto por que a fuga tem esse nome. Preguiça de caminhar até uma estante e folhear um livro de teoria musical. Fica para mais tarde.

Kristeva, J. Estrangeiros para nós mesmos. Rio de Janeiro: Rocco, 1994. Trad. Maria Carlota Carvalho Gomes.


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